Curiosidades de Pokémon Go: De case Pokédex a site de paquera

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Pokémon Go ainda não foi lançado no Brasil, mas já está disponível em vários países do mundo, onde ocorreram casos curiosos. Um jogador, por exemplo, resolveu criar sua própria Pokédex para seu smartphone, enquanto um outro site aproveitou a oportunidade para promover encontros românticos entre treinadores.

Confira as curiosidades

Tenha sua própria Pokédex

Um usuário do site de eletrônicos SparkFun decidiu resolver o problema de consumo de bateria de Pokémon Go em alto estilo, com uma case equipada com uma bateria extra no formato da clássica Pokédex do desenho animado. Impressa em 3D, a capa traz uma bateria reserva de 2.600 mAh extras que dobra a vida útil do Samsung Galaxy S4 utilizado.

Ele forneceu todos os planos gratuitamente online para quem criar sua própria Pokédex em casa com sua impressora 3D. Para quem não possui uma, ele afirmou estar em fase de testes com outros aparelhos para criar uma capa universal que talvez possa ser vendida futuramente.

Lucros insanos

O incrível sucesso de Pokémon Go não se traduz apenas no fenômeno social ao redor do mundo, mas também em lucros incríveis para as empresas envolvidas. O site AppInstitute acompanha dados em tempo real sobre o aplicativo e revela estatísticas que beiram o inacreditável.

A cada 30 segundos, Pokémon Go é baixado quase 5 mil vezes e gera aproximadamente US$ 24.884 (em torno de R$ 80 mil) em microtransações, apesar de o aplicativo em si ser gratuito. Para fins de comparação, o popular Candy Crush Saga gera por volta de US$ 1.298 (por volta de R$ 4.225).

Paquera com Pokémon Go

Não demorou para que o potencial de socialização de Pokémon Go fosse explorado por outros serviços, como por exemplo o site de encontros Project Fixup. Eles lançaram uma vertente de seu serviço de paquera chamado “PokéDates”, o qual dedica-se a encontrar um parceiro com o qual você possa capturar Pokémon junto.

Jogadores interessados preenchem uma ficha com seus dados e interesses, os quais passam por uma equipe que encontra um bom parceiro e o “poké-encontro” é marcado. Apesar de o primeiro “PokéDate” ser grátis, a partir do segundo é preciso pagar uma taxa de US$ 20 (em torno de R$ 65).

Radar de Pokémon

Um dos problemas de Pokémon Go é que o sistema que deveria mostrar Pokémon nos arredores não parece funcionar direito, o que jogadores chamam de “bug dos 3 passos”. O sistema parece apontar como se todos os monstros estivessem relativamente próximos a você, apesar de estarem bem longe.

Para resolver isso, os desenvolvedores Braydon Batungbacal e Nick DiVona criaram o Poké Radar, um aplicativo que mapeia a localização dos Pokémon com a ajuda dos próprios jogadores. Basta marcar qual monstrinho você capturou, onde e em que horário para que outros sigam sua dica. Para evitar que pessoas deem informação errada, é possível votar se você achou a dica útil ou não e uma dica com muitas negativações deverá ser falsa.

Devorador de bateria

A ideia do case em formato de Pokédex com bateria extra não é uma coincidência, desde o seu lançamento Pokémon Go ficou conhecido por devorar a bateria dos telefones celulares em que é executado. O game gasta bastante com processamento e visual além de obviamente exigir o GPS do seu smartphone ligado.

O site de tecnologia CNET fez um experimento com um iPhone 6S no qual eles testaram quanto de bateria o game utilizaria a partir de uma carga completa. Após meros 30 minutos Pokémon Go já havia consumido 15% da bateria do telefone. Neste mesmo tempo ao reproduzir o teste com o app do Facebook ele consumiu apenas 5% da bateria.

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