Jovens ganham US$ 20 por hora para jogar “Pokémon Go”

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Um jovem norte-americano tinha algo que muitos jogadores de “Pokémon Go” não têm: tempo livre de sobra. E resolveu colocá-lo à venda para jogar e capturar Pokémons nos horários em que as pessoas estavam trabalhando ou estudando.

A ideia foi um sucesso: teve tanta gente interessada em seu anúncio no Craigslist que Lewis Gutierrez, de 24 anos, teve que contratar um assistente.

“Eu estava usando dois telefones. Jogava dez horas por dia, e chamei meu amigo Jordan para ajudar. E agora parece que vamos ter que chamar mais alguém”, disse Lewis à Associated Press.

Outras ideias de negócios também já surgiram da febre do app, como um “treinador” em Londres que cobra US$ 185 para levar o jogo ao nível 20, considerado alto.

Há ainda um serviço parecido com o Uber que promete te levar para os melhores locais da cidade para capturar Pokémons.

Se a ideia de pagar para alguém jogar um jogo por você parece absurda, espere até saber quais são os principais motivos que levam as pessoas a contratar os serviços de Lewis e Jordan.

Um deles é que as pessoas querem finalizar o jogo nos níveis mais altos, mas não têm a habilidade ou o tempo necessários para se dedicar ao jogo.

O outro é o Tinder. As pessoas encontram outros jogadores pelo Tinder enquanto caçam Pokémons, e querem impressionar os possíveis parceiros mostrando que já atingiram um nível respeitável no jogo.

“Tem muita gente marcando encontro desse jeito”, afirmou Jordan Clark, sócio no empreendimento.

A prática, no entanto, é ilegal. Os termos de uso do “Pokémon Go” proibem expressamente a transferência de acesso ao jogo para terceiros.

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