Preço do iPhone 7 cai em relação ao 6S; saiba tudo sobre lançamento

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O aguardado iPhone 7 chega às lojas brasileiras nesta sexta-feira (11), após menos de dois meses de espera em relação ao lançamento nos Estados Unidos. Quem quiser comprar o celular top de linha da Apple terá de desembolsar a partir de R$ 3.499. Apesar de o preço sugerido estar distante da realidade de muita gente, o smartphone ficou mais barato do que modelos anteriores. O desconto pode chegar a R$ 500.

A redução de preço ocorreu na comparação com o iPhone 6S, lançamento de 2015. O modelo mais básico, com 16 GB, desembarcou por aqui custando R$ 3.999. Além de sair mais em conta, o iPhone deste ano tem armazenamento mínimo de 32 GB, o dobro do visto no modelo da geração passada.

a Apple brasileira explicou que o desconto foi adotado “para que mais pessoas tenham acesso a um produto com mais capacidade de armazenamento com um preço melhor”.

Confira nas próximas linhas uma seleção das perguntas mais frequentes sobre o novo celular da Apple.

Quando o iPhone 7 chega ao Brasil?

Essa é moleza: nesta sexta-feira, dia 11 de novembro de 2016. O intervalo entre o lançamento americano e o brasileiro foi menor do que dois meses.

O iPhone 7 foi anunciado no dia 7 de setembro. Um dia depois, o TechTudo publicou com exclusividade as primeiras impressões sobre o smartphone, diretamente dos Estados Unidos. As vendas começaram naquele país em 16 de setembro.

Já no Brasil, a data oficial foi revelada em 28 de outubro, mas num primeiro momento ninguém sabia os preços. A Apple só viria a anunciá-lo uma semana depois, em 4 de novembro.

Quanto custa o iPhone 7?

Antes de responder essa pergunta, é importante lembrar que a linha iPhone 7 se desmembra no modelo regular, com tela de 4,7 polegadas, e no smartphone com display de 5,5 polegadas, o iPhone 7 Plus. O Plus tradicionalmente custa mais caro, justamente por ter uma tela maior, um dos componentes mais caros de um telefone.

Veja a seguir a listagem de todos os modelos e preços do novo iPhone.

– iPhone 7 de 32 GB: R$ 3.499;

– iPhone 7 de 128 GB: R$ 3.899;

– iPhone 7 de 256 GB: R$ 4.299;

– iPhone 7 Plus de 32 GB: R$ 4.099;

– iPhone 7 Plus de 128 GB: 4.499;

– iPhone 7 Plus de 256 GB: R$ 4.899.

A Apple oferece cinco opções de cores: dourado, prateado, ouro rosa, preto brilhante (batizado de Jet Black) e preto fosco (também chamado de preto matte). Por uma estratégia de mercado, a companhia não vende modelos em preto brilhante com 32 GB, mas somente com 128 GB ou 256 GB.

Onde comprar o iPhone 7?

A Apple possui duas lojas próprias: no Morumbi Shopping, em São Paulo, e no Village Mall, no Rio de Janeiro. A fabricante também aceita encomendas pelo site oficial, por meio da Apple Store Online.

As maiores operadoras de telefonia do país também vendem o smartphone. É possível encontrá-lo em lojas físicas da Claro, Oi, TIM e Vivo, bem como nos respectivos websites.

Outras lojas reconhecidas pela oferta de produtos da Apple são a Fast Shop, Fnac e iPlace. No caso da primeira, o pagamento à vista traz desconto, com preço final de R$ 3.111,99.

O que o iPhone 7 tem?

O visual é similar ao do iPhone 6S, que, por sua vez, é igual ao do iPhone 6. Portanto, este é o terceiro ano em que a Apple repete o mesmo desenho industrial, para frustração de parte dos fãs da marca. A diferença fica por conta das tiras que ficam na traseira do celular e servem para receber o sinal de telefonia.

O consumidor que for na loja conhecer o iPhone 7 e o iPhone 7 Plus perceberá, logo de cara, a ausência da saída de áudio de 3,5 milímetros – a tradicional saída P2, como também é conhecida. A fabricante optou por usar a saída Lightning, a mesma que permite ligar o smartphone na tomada e recarregar a bateria, para a conexão dos fones de ouvido. Isso quer dizer que se tornou impossível ouvir música e recarregar o novo iPhone ao mesmo tempo. Para contornar a situação, só mesmo com um adaptador vendido separadamente.

Outra reclamação constante, a fragilidade do iPhone diante de líquidos foi reduzida com a chegada da resistência à água. O iPhone 7 pode entrar em contato com o líquido, desde que seja muito brevemente. Em outras palavras, o dispositivo está a salvo caso o usuário deixe que respingos caiam perto dele, mas o mesmo não vale para os casos em que o dono do smartphone decide mergulhar com o iPhone 7 na piscina.

Essa funcionalidade já existe em outros smartphones, inclusive com resistências à água mais robustas. Foi por isso que concluímos que o iPhone 7 repete recursos que já existem em outros celulares.

O botão Home (também chamado de botão de início) foi refeito do zero. Por fora ele parece a mesma coisa. No entanto, ao usá-lo, o consumidor percebe que não existe mais o dispositivo mecânico que era empurrado para trás a cada vez que a pessoa queria retornar para a listagem principal de aplicativos do iOS.

Em vez disso, ele funciona como um sensor sensível ao toque. O dedo entra em contato com ele e um motor faz o telefone vibrar, na tentativa de simular um o retorno tátil. A novidade divide opiniões – alguns clientes amaram, enquanto outros odiaram. O Home do iPhone 7 continua compatível com a tecnologia do Touch ID, que permite desbloquear o smartphone com as impressões digitais.

Outra novidade está no áudio. Agora o iPhone tem som estéreo, com maior definição. A saída de áudio na parte de baixo já existia e cumpria bem o seu papel, porém com ressalvas. A chegada da segunda saída de áudio, escondida onde o ouvido repousa durante ligações telefônicas, permite que as músicas e os jogos tenham efeitos mais encorpados, além de o resultado também ser de um áudio mais envolvente

O iPhone 7 Plus, com sua enorme tela de 5,5 polegadas, conta com uma função especial: a câmera dupla de 12 megapixels. São duas lentes que ficam lado a lado, para que o usuário possa aproximar a imagem em até duas vezes. A vantagem é enorme em relação ao zoom digital tradicional, que todos os telefones têm, mas que causa perda de definição da imagem.

A câmera dupla do Plus possibilita ainda o modo retrato, recurso que só é possível por causa da combinação do hardware e do software da Apple. O sistema detecta o primeiro plano da foto em que uma pessoa está, e na sequência aplica um efeito de esfumaçado no que ficou para trás, no segundo plano. Este efeito é bastante comum em câmeras fotográficas profissionais ou semiprofissionais, e agora desembarca em um smartphone.

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